As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 28/08/2022
Conforme a atual Constituição Cidadã, o trabalho é um direito social fundamental que deve receber proteção e incentivo do Estado. Contudo, no que se refere a ingressão dos jovens no mercado de trabalho, a lei é ineficiente, uma vez que, estes encontram diversas dificuldades para ter sua carteira assinada. Nesse sentido, em virtude dos impasses legais e da falta de qualificação profissional, surge um complexo problema na contemporaneidade.
Antes de tudo, Cabe ressaltar que os diversos documentos exigidos pela legislação brasileira dificulta a expansão do mercado de trabalho. Acerca disso, segundo Aristóteles, filósofo grego , “a política tem como função preservar a integração entre os indivíduos da sociedade”,dessa forma o Estado deve adotar políticas que facilitem a inserção dos jovens no mercado de trabalho. Nesse viés, o alto número de alvarás e de certificados exigidos pela legislação para a efetivação de novas empresas, tem comprometido a premissa do grande filósofo uma vez que dificulta a abertura de novas vagas no mercado de trabalho e, consequentemente, inviabiliza o crescimento economico do país e contribui pontencialmente para exarcebar as desigualdes existentes na contemporaneidade. Por conseguinte, o quadro apresentado deve ser alterado.
Faz-se mister, ainda, salientar a experiência profissional exigida pelo mercado como impasses na atualidade. Segundo dados revelados pelo site “Gazeta do povo” em 2018, os jovens que nunca trabalharam tem 64% a menos de chance de conseguir um emprego do que jovens que já trabalharam, o que domonstra como a falta de experiência tem dificultado a assinatura de novas carteiras de trabalho. Sob essa lógica, a exigência de indivíduos veteranos pelas empresas revela a falta de intesse destas de contratar um profissional com alto nível de qualificação, o que traz à tona o ponto de que ter um diplona não é garantia alguma de emprego no Brasil. Como consequência desse óbice, a fuga de cérebros é inevitável, uma vez que, nesse país, o recém-formado não consegue a exercer a profissão que desejava prestar.