As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 20/10/2022

Os impecílios na entrada do mercado de trabalho pela comunidade jovem se intensificou em 1929, na qual a quebra da bolsa de Nova York gerou uma depressão ecônomica e, consequentemente, o encurtamento nas ofertas de emprego. No contexto hodierno, os imbróglios para a obtenção do serviço regular vem crescendo, o que configura uma realidade perturbadora para os ingressantes. Dessa forma, entende-se que a inércia estatal para a qualificação das crianças, bem como o distópico trabalho informal, apresentam-se como entraves para a temática.

Apriori, é consentâneo discutir a precariedade da administração pública sob a perspectiva de Abraham Lincoln. A célebre personalidade política americana disse, através do discurso de gettysburg, que a política é serva do povo e não o contrário. À luz dessa lógica, é perceptível que o governo não edifica a qualificação do conhecimento para os estudantes, visto que o ensino médio regular não apresenta a possibilidade da especialização técnica, sintetizando, assim, jovens incapazes de obterem trabalho digno. A exemplo disso, o programa “Jornal Nacional” noticiou, em outubro de 2022, o caso de uma cidadã brasileira que estava a mais de 3 anos desempregada, justamente por não possuir alta capacidade intelectual, uma vez que o Estado não incentiva a mão de obra qualidicada.

Ademais, a informalidade formula as diferenças sociais. Consoante a influencer Nani Soares, nunca houve tanta desigualdade de classes como atualmente. Nesse sentido, é notótio que os indivíduos com menor poder aquisitivo são forçados a trabalharem no precário mercado informal, tal como a venda de balas no semáforo, o que gera, muitas vezes, a discriminação pela sociedade que reprime esses adolescentes. Tendo isso em vista, o youtuber Estudante MC relatou, através do programa “Encontro”, que precisou fazer rap dentro dos trens do Rio de Janeiro para ajudar sua família, o que é corriqueiro nos complexos da cidade.

É evidente, portanto, a necessidade de medidas paliativas para produzir emprego decente para os jovens. Destarte, o Ministério da Cidadania, órgão que lida com os interesses públicos, deve, por meio de investimentos estatais, criar cursos técnicos concomitantes ao ensino médio regular. Logo, essa ação terá o fito de gerar serviço para os jovens. Assim, o ideal de Abraham será realidade no país.