As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 04/06/2023
A série “todo mundo odeia o Cris” mostra a realidade de vários jovens, que são obrigados a trabalhar precocemente, porém sem oportunidades de empregos eles são obrigados a entrar no mundo do crime. Essa conjuntura, não é distante da realidade do Brasil, onde a ineficácia da ação escolar somada à negligência estatal, configuram-se como dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de traba-lho. Sendo assim, medidas são necessárias para atenuar a problemática.
Sob essa análise, é fulcral mencionar que a escassez de chances de trabalho para essa parcela social, origina-se na falta de conhecimento e experiência sobre as boas chances de ofício. Nesse contexto, examina-se uma quebra da teoria pro-posta por Durkheim de que as instituições de ensino são responsáveis por inserir o indivíduo socialmente e por criar uma consicência social, pois os adolescentes brasileiros se mostram totalmente desprarados para trabalhar. Sendo assim, uma reorganização estrutural dessa insitituição é importante para que sua função seja feita.
Em segunda instância, cabe ressaltar que o Governo erra em não fornecer es-tímulos para a contratação da parte juvenil da população brasileira. Tendo isso em vista, observa-se a ruptura da ideia levantada por Thomas Hobbes de que o Estado é responsável por assegurar o bem-estar social de forma democrática pela nação, visto que esse se mostra apático em relação aos problemas de inserção dos jovens no mercado de trabalho por não tomar atitudes eficientes que solucionem o pro- blema. Logo, uma mudança de estratégia é precisa pois a negativa do papel dessa instituição social agrava o problema de marginalização da sociedade.
Depreende-se, portanto, que recursos são necessários para mitigar a adversi-dade em questão. Para isso, o Ministério da Educação - como regulador das escolas no país - precisa promover debates sobre habilidades primordias precisas para ser inserido no mercado de trabalho, por meio da contratação de profissionais da área com o fito de agregrar conhecimento. Ademais, o Governo, como mediador da lei, deve fornecer incentivos fiscais para empresas que aumentarem a quantidade de jovens aprendizes em suas equipes. Assim, garantir-se-á uma realidade distante da vivida pelos jovens de “todo mundo odeia o Cris”.