As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 18/10/2024
Em 1516, o filósofo Tomas More teve grande notoriedade na literatura mundial com sua obra “Utopia”, na qual o autor cria uma ilha imaginária que se destaca pela ausência de infortúnio, ou seja, um lugar perfeito, harmônico, sem criminalida-de. Contudo, fora do parâmetro ficcional, observa-se que, infelizmente, essa fábula contrasta com contexto social vigente do país, visto que as dificuldades dos jovens no mercado de trabalho é pertinente. Dessa forma, é notótio que fatores como o precário sistema educacional brasileiro como também o posicionamento do Estado diante desse infortúnio têm contribuído para esse cenário.
A principio, observa-se que o modelo educacional brasileiro é conteudista. nesse sentido, mecanizado, essa forma de ensino, segundo o educador Paulo Freire, esti-mula apenas a competividade entre os estudantes. Desse modo, o conceito de cidadania e participação social deixa a desejar na formação educacional dos jovens brasileiros, os quais, ausentes de uma educação que estrimule o pensamento críti-co, acabam, muitas vezes, demorando ou até mesmo não ingressando no mercado de trabalho, visto que as exigências e dificuldades do modelo trabalhista dificultam o ingresso dos jovens no mercado de trabalho.
Em segundo plano, o posicionamneto do Estado também cumpri papel relevante para os impecílios dos jovens no mercado de trabalho pois, apesar de haver na Constituição Federal de 1988 o direito ao livre arbítrio, muitos indivíduos fazem o uso dessa lei de forma inadequada, praticando atos que enaltecem o favorecimen-to das dificuldades dos jovens em conseguir emprego.
Fica evidente, destarte, a necessidade que indivíduos e instituições públicas cooperem para mitigar com as dificuldades dos jovens no mercado de trabalho. Pa-ra isso, o Ministério relacionado ao tema deverá, junto as escolas, desenvolver projetos educacionais nos ensinos médio e infantil, como a semana da extenção ao mercado de trabalho, com estudos de casos e peças teatrais que possam conscientizar os jovens a sair desse mundo fictício, assim como dizia o filósofo Tomas More.