As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras

Enviada em 05/03/2026

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o número de focos de incêndio nas florestas brasileiras têm apresentado um grande crescimento nos últimos anos. Nesse sentido, as dificuldades para frear essas crescentes queimadas tem se tornado um grande desafio para o poder público, visto que o mesmo peca por falta de preparo para lidar com essas situações. Dessa maneira, para resolver essa problemática, dois grandes desafios devem ser debelados: a ineficiência governamental e a falta de educação ambiental da população.

Diante desse cenário, destaca-se a ineficiência governamental como um dos principais fatores que dificultam a redução das queimadas. Tal realidade se deve à precariedade de ações preventivas para combater essas queimadas. Conforme auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) há fragilidades no planejamento e na execução das políticas de prevenção a incêndios florestais. Nesse contexto, fica evidente a ineficiência Estatal no enfrentamento das queimadas, resultando num entrave significativo.

Ademais, convém analisar de que forma a falta de educação ambiental da população fomenta para as dificuldades de controlar as queimadas. Isso acontece em razão da falta de investimentos do governo na educação, que por sua vez tem o dever de garantir educação a fim evitar que a população aja inconsequentemente. Conforme uma entrevista divulgada pelo G1, em maio de 2024, cerca de 84% das queimadas no Pantanal é causada por ações entrópicas. Assim, é indubitável que a falta da educação ambiental leva o homem a destruir a própria natureza e o Governo é o culpado dessa falha.

Portanto, com o fito de combater a omissão Estatal e a falta de conscientização, o Estado deve investir em políticas públicas eficazes - por meio de leis federais de segurança mais rígidas - e promover palestras de conscientização - através das instituições de ensino e dos canais de comunicação em massa, como as redes sociais e a TV -, a fim de preservar a biodiversidade das florestas brasileiras e garantir a conscientização ambiental da população.