As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 12/09/2024
“A insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação.” A afirmação, atribuída ao dramaturgo Irlandês Oscar Wilde, pode ser aplicada às dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas, já que é a falta de incômodo social que consolida como um regresso para a nação brasileira. Assim, a banalização midiática e o descaso populacional contribuem para essa problemática.
Primeiramente, vale ressaltar que a banalização midiática assola o país. Nesse sentido, quando se trata das crescentes queimadas, a mídia se mostra numa bolha que acaba se tornando um meio que influência direta para com a população. Nesse viés, o sociólogo Émile Durkheim diz que “O indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto que está inserido…”, reforçando a ideia de que a comunicação no assunto queimadas das florestas brasileiras e seus agravos para com a população estão escassos, devido à falta de pauta. Por conseguinte, é indispensável uma discussão do tema.
Além disso, é notório que o descaso populacional se constitui um fator para a não resolução dessa temática. Dessarte, no Brasil, existe uma enorme quantidade de queimadas. Dito isso, diversas causas estão inseridas, como as bitucas de cigarros que são descartadas de forma imprudente, os incendiários que queimam e destroem a floresta sem motivo, fazendo com que seja impossível frear essas tragédias. Outrossim, debater sobre esse tema é crucial.
Portanto, é de suma importância que sejam tomadas medidas para que as queimadas nas florestas não ocasione mais problemas no Brasil. Dessa maneira, cabe ao Estado – entre administrativo de determinado território e atendimento à população – promover meios de preservação ambiental em escolas e nas mídias, por meio de campanhas e incentivos para um dia a dia verde, a fim de diminuir as queimadas florestais. Desse modo, logo, estará fazendo jus às afirmações de Oscar Wilde.