As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 31/10/2024
Além disso, é notório os prejuízos decorrentes da falta de controle com as queimadas, que registram casos de incêndios em todos os seis biomas brasileiros, que apesar de plantas possuírem sistemas naturais de adaptação contra o fogo, é evidente os demais danos externos. A princípio, o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) afirma que com a crescente no número de queimadas, ocorre também a intensificação do aquecimento global, capaz de desregular cada vez mais o clima brasileiro e acentuar períodos de seca, que sob perspectiva médica, quanto menor a umidade, maiores os riscos de doenças respiratórias como Asma ou Rinite alérgica. Consoante a isso, ‘’não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros’’ assim como afirma o pensador Confúcio, que de maneira análoga, não controlar de forma imediata os danos críticos e destrutivos causados por queimadas, acarretará em mais prejuízos ao meio ambiente, que afetará de forma direta e mais intensificada os nichos ecológicos, aldeias indígenas e a qualidade do ar atmosférico.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação do problema abordado. O Governo deve fortificar a segurança de áreas florestais com o aumento no efetivo de policiais militares ambientais e bombeiros com o dinheiro já arrecadado de impostos, com o objetivo de controlar e fiscalizar de forma mais intensa áreas com riscos de incêndios florestais, além evitar que criminosos propaguem fogo perto desses locais de forma recreativa ou desnecessária, com o intuito de melhorar a qualidade de vida local.