As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 18/09/2024
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) detectou 14.250 focos de calor no bioma brasileiro, aumento equivalente de 60% em relação ao período do ano passado. Dessa maneira, as dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas do Brasil vem se tornando uma problemática. Nesse prisma,destacam-se dois aspectos importantes: a negligência governamental e a irresponsabilidade individual.
Em primeira análise, é notório ressaltar a negligência Estatal. Segundo o filósofo Barnett “O Estado devido a sua natureza é incapaz de obedecer suas próprias leis, sendo ineficiente como legislador”. Sendo assim, com a falta de fiscalização dos órgãos públicos nas florestas do bioma brasileiro aumenta o índice de focos de incêndios, extração de madeira ilegal, garimpos e desmatamento de áreas de extensa vegetação, gerando a diminuição da fauna e da flora. Desse modo, o Estado não garante uma proteção ao meio ambiente.
Ademais, é fundamental apontar a irresponsabilidade dos cidadãos na atualidade. O político e jornalista estadunidense, Julius Morton afirma “Só quando a última árvore for cortando, o último peixe morto é o último rio poluído é que o homem perceberá que não pode comer dinheiro” . Com isso, a sociedade degrada o meio ambiente em grandes escalas, poluindo , queimando imensas áreas para o plantio de grãos,acabando com os rios limpos e faz o contra bando de animais silvestres, provocando no indivíduo o espírito da ganância sempre com o intuito de ganhe dinheiro.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Por isso, é imprescindível o Ministério Público promover investimentos na fiscalização das florestas, através da ajuda da Polícia Ambiental fazer o monitoramento as áreas florestais, para que evite os incêndios, e eliminar qualquer garimpei nas regiões interligado com multas para os responsáveis por esses atos criminosos, junto com o Ministério Do Meio Ambiente por meio de políticas públicas efetivas para que ocorra a diminuição dos índices de queimadas, por fim, ao próprio indivíduo não colocar fogo em áreas de grande extensão e ter a consciência que o meio ambiente é importante. Assim, a sociedade se tornará mais racional.