As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras

Enviada em 18/09/2024

A floresta amazônica apesar não merecer o título de pulmões do mundo, no qual muitas vezes lhe é atribuída erroneamente, apresenta uma enorme influência no clima do Brasil e do mundo. Contudo, mesmo havendo áreas destinadas à preservação dos biomas brasileiros, os mesmos continuam sendo desmatados por meio de queimadas clandestinas, acarretando em problemas, geralmente, irreversíveis.

No entanto, a seca extrema torna a floresta temporariamente inflamável. Dessa forma, o fogo utilizado para queimar a floresta derrubada em uma área desmatada ou para auxiliar na limpeza de um pasto pode escapar do controle e se dispersar pela floresta, provocando grandes incêndios florestais. Além disso, mais incêndios nas florestas brasileiras trazem como consequência mais problemas ambientais. Com a retirada da cobertura vegetal da Amazônia pelas queimadas, grande parte da quantidade de gás oxigênio antes produzida é perdida, além da emissão de poluentes agravantes do processo de aquecimento global, liberados pela combustão do fogo. Desta forma, fica claro como é bastante grave a questão incendiária, já que suas complicações decorrentes afetam não só o meio ambiente, mas também a vida das pessoas que vivem no Brasil.

A ação humana é a maior responsável pelos incêndios florestais, seja de forma intencional ou por negligência. A informação é do Corpo de Bombeiros do DF. Por isso, é necessário que a população adote medidas preventivas ou colabore na comunicação dos focos de incêndio no cerrado. Nesse sentido, os órgãos do governo integrantes do PPCIF iniciaram campanha para que o cidadão brasiliense tenha as informações necessárias pela contenção dos focos na vegetação.

Com isso, as queimadas geram destruição ambiental dos biomas e áreas que elas afetam, e elas também emitem gases poluentes e fumaça, que causam mal à saúde do ser humano, quando inalados imediatamente.