As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 07/10/2024
No filme “Amazônia em Chamas”, da Prime Video, no qual é revelado imagens chocantes de incêndios florestais e mostra as atividades ilegais que contribuem para a destruição da maior floresta tropical do mundo, visando o atual cenário brasileiro. Com base nessa alegoria, na conjuntura brasileira, evidencia-se que grande parte da nação precisa de conhecimento ecológico. Diante disso, cabe dois aspectos: a negligência governamental e a má influência midiática.
Primeiramente, é necessário afirmar que o Estado negligencia as queimadas no Brasil. Quanto a isso, cita-se que, de acordo com o G1, desde o início da onda de incêndios, 74 animais silvestres foram recebidos na rede de 26 centros de atendimento organizados pelo governo. Nesse contexto, é fundamental repensar sobre como o poder supremo não faz campanha de combate contra os incêndios florestais. Logo, cabe a autoridade estatal resolver tal situação.
Ressalta-se, além disso, que a falta de ênfase na mídia sobre a controversa faz com que a polêmica não seja debatida. Dito isso, vale examinar que esses crimes incendiários afetam exacerbadamente a fauna e a flora brasiliense. Sob esse viés, menciona-se, o filme “Lorax”, o qual exibe as consequências do artigo 250 do Código Penal, são elas, o ar poluído e pobre em oxigênio, o que não expõem nas redes. Desse modo, donos de sites precisam agir para mudar tal pauta.
Diante dos fatores supracitados acima, é crucial refletir sobre essas questões e implementar medidas para solucionar tal impasse. Para isso, o Ministério da educação promoverá projetos para plantio de árvores. Ademais, o Ministério da comunicação- órgão responsável pelas telecomunicações- engajará propagandas, nas redes, com o fito de conscientizar a sociedade para a anulação das queimadas florestais. Só assim, esta realidade será resolvida no Brasil.