As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras

Enviada em 07/10/2024

“A Constituição pretende ser a voz, a letra e a vontade política da sociedade rumo à mudança”. O discurso do deputado Ulisses Guimarães, em 1988, marcou a promulgação da Constituição Federal como bem-estar social e nacional. Nesse sentido, lamentavelmente, as crescentes queimadas nas florestas brasileiras, no Brasil, representa um entrave para o cumprimento desses direitos na prática. Nesse viés, destacam-se dois aspectos importantes: a negligência governamental e a má gestão pública.

Cabe mencionar, em primeiro plano, que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Nessa ótica, de acordo com Confúncio, filósofo chinês, “não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, o governo não se preocupa com esse revés, e assim, a população brasileira acaba sendo prejudicada por essa incompetência das autoridades, de não se atentarem com o que acontece no país. Diante disso, fica clara a necessidade de dedicação sob a defesa desses informes.

Outrossim, destaca-se a má gestão pública como impulsionador dos danos. Sob essa ótica, à luz de Émile Durkheim, filósofo francês, “o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade”. Dessa forma, observa-se que a gestão pública não promove recursos públicos à sociedade e, desse modo, faz com que a população não entenda que precisamos parar com as queimadas, pois podemos perder o maior bem que nos resta no mundo, que são as florestas e, inclusive nosso meio de respiração. Logo, medidas fazem-se necessárias para corrigir a problemática.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham a conter as queimadas nas florestas. Dessa maneira, cabe ao Estado criar leis rígidas para quem atear fogo nas florestas, por meio de cartazes nas ruas e, até mesmo, campanhas em redes sociais (“Instagram e Twitter”), a fim de assolar os problemas envolvidos. Já a Mídia, conscientizar os cidadãos de que as florestas são eficientes para nosso bem-estar e, que sem ela não somos nada. Apenas desse modo, com as mudanças abordadas, tal problemática será resolvida.