As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras

Enviada em 15/10/2024

Após a adoção da Constituição Federal, promulgada em 1988, tornou-se direito do indivíduo o acesso a saúde. No Brasil, entretanto, as dificuldades encontradas para evitar os crescentes casos de queimadas afeta no cumprimento dessa prerrogativa. Pois, se por um lado observa-se a falta de fiscalização de áreas preservados como fator influente; Por outro, vê-se o aumento dos casos de doenças respiratórias como produto de tal probrmática. Dessa forma, cabe analisar tal situação e buscar meios de intervir nesse contexto.

“A essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direitos”. A frase da filósofa alemã Hannah Arendt, elucidando a prática de direitos cívis e políticos como fator influente no exercício da dignidade humana, vê-se deconectada de nossa realidade. A falta de pessoas direcionadas a fiscalização de áreas ambientais preservadas vem contribuindo diretamento no maior registro de focos de queimadas. Seja estes ocasionados no momento do preparo da terra, na realização de atividades extrativistas ou pela prática criminosa. Evidenciando tais fatos, estão pesquisas expostas pelo site Agência Brasil, esse ano, apontando em 99% dos pontos de incêndios como produto da ação humana.

Além disso, observa-se o elevado número de casos de doenças respiratórias como problemática diretamente influenciada pelo aumento dessas práticas. A dispersão da fumaça e da fuligem no meio reduzem drasticamente a qualidade do ar que respiramos. Ademais, observamos o aumento de gases tóxicos dispostos no ambiente, como produto de reções de combustão, afetando no aparecimento destes distúrbios. A exemplo de tais fatos, estão pesquisas do site Agência Brasil, esse ano, indicando uma pressão no sistema de saúde, devido ao aumento nos casos de doenças respiratórias.

Dessa forma, faz-se necessária a adoção de medidas de intervenção. Cabendo ao Governo Federal, através do Ministério do Meio Ambiente, direcionar verbas para compra de câmeras e contratação de profissionais, aumentando o monitoramento das reservas ambientais. Além disso, a elaboração de passeatas, por grupos ligados ao âmbito da saúde, orientando medidas de cuidado para evitar os impactos das queimadas aos indivíduos, é medida plausível. Buscando intervir positivamente.