As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 15/10/2024
Conhecida por ser a maior floresta tropical do mundo, com uma fauna e flora diversificada, a floresta Amazônica carrega um grande valor e legado, sendo fundamental para o equilíbrio do clima global. Embora considerada valiosa, a mesma floresta se encontra em perigo devido às altas taxas de desmatamento e degradação florestal. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Amazonas registrou 21,6 mil queimadas em 2024, sendo considerado o pior ano no número de focos de calor desde 1998.
Pelas secas naturais que acometem a Amazônia, os focos de calor tendem à aumentar, considerando a falta de umidade no ar que favorece a floresta, sendo principal resultado das mudanças climáticas e queimadas ilegais. Através da ganância humana, percebemos que a falta de educação ambiental é uma peça que falta ser encontrada, já que muitas dessas queimadas são resultados da expansão de fronteiras agrícolas, extração de materiais e a fragilidade nas leis ambientais, são consideradas as principais dificuldades de impedir os incêndios que ocorrem na região, gerando uma onda de fumaça que torna o pulmão do mundo praticamente irrespirável. Cidades como Manaus se tornando destaque ao terem o céu completamente tomado por nuvens e neblinas escuras, comprometendo a qualidade do ar e a saúde das pessoas ao redor.
Desse modo, se torna importante indicar verbas para recursos e infraestruturas capazes de fiscalizar e combater as queimadas, além de punições adequadas para aqueles que prejudicam a biodiversidade amazonense e ficalizações ambientais rigorosas, garantindo que as leis possam ser reforçadas, além do apoio e acordos com outros países. Com essas medidas, haveria oportunidade de minimizar os incêndios florestais causados através de ações do ser humano, e acompanhar as queimadas que ocorrem de forma natural para reduzir a quantidade de fumaça liberada no ar e nas cidades.