As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras

Enviada em 16/10/2024

Hodiernamente, No Brasil se vivência uma grande instabilidade, referente a situação climática e ambiental dentro do nosso país que afeta constantemente a biodiversidade brasileira e a estabilidade do meio ambiente. O crescimento exponencial das queimadas em território nacional afetam profundamente o meio sócio-ambiental, e se torna necessário o entendimento do princípio das queimadas para se obter uma forma eficaz de se combater este empecilho ambiental.

De acordo com dados apurados pelo Inpe, Houve o registro de 109.943 focos de incêndio por todo o país no ano de 2024, significando um aumento de 78% em relação a 2023. Estes dados apresentam que o foco das queimadas por todo o país acabam sendo o responsável para este crescimento, e o surgimento dos focos se torna possível devido ao desmatamento ilegal, que consiste na danificação das florestas sem uma licença legal, que decaiu em 2024, representando uma redução de 60 km² em relação aos últimos 6 anos, segundo o Inpe. Outro fator principal é a seca, que assola mais de 58% do território nacional,segundo o Cemaden. Ambos os fatores tornam as florestas brasileiras propícias a queimadas. O combate ao aumento do número de queimadas deve ser realizado pela implementação de políticas públicas eficazes que realizam a fiscalização e a punição para o desmatamento ilegal e outras ações humanas realizadas em prol do desenvolvimento econômico e industrial, que contribuem para a mudança climática constante e se tornam maléficas ao planeta, tornando assim os padrões de clima e temperatura cada vez mais elevadas, tornando as florestas cada vez mais secas e propícias a focos de incêndio em regiões florestais.

Desta forma, o combate as queimadas nas florestas brasileiras será melhor combatido, tornando o Brasil uma referência mundial no enfrentamento a dificuldade socioambiental que as queimas ilegais representam em todo o planeta. Possibilitando o desenvolvimento de práticas ambientais que não prejudicariam a natureza, conciliando a prosperidade econômica ao desenvolvimento sustentável.