As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 26/09/2026

Manoel de Barros, poeta modernista brasileiro, desenvolveu à chamada ‘‘Teologia do Traste’’, caracterizada pela valorização de elementos frequetementes ignorados pela sociedade. De maneira análoga, observa-se que as diversas formas de exclusão e seus impactops sobre a saúde do brasileiro confuguram-se como uma questão negligenciada, uma vez que essa problemática é pouco debatida e reconhecida nno contexto nacional. Nesse panorama, cabe enfatizar duas fontes para esse problema: carência de investimento e discriminação social.

Em primeiro lugar, é importante destacar a carência de investimento como promotora do problema. Acerca disso, segundo o filósofo John Rawls, uma sociedade justa pressupõe a distribuição equitativa de recursos e oportunidades. Entretanto, no Brasil a ideia do teórico não é posta em prática, uma vez que é insuficiente a destinação de recursos para saúde. Dessa forma, a escassez de verbas contribui para insuficiência de unidades de saúde em regiões periféricas, concentrando o atendimento médico nos grandes centros urbanos. Sendo assim, moradores dessas localidades precisam pecorrer longas distânca em busca de consultas e tratamentos, o que dificulta o acesso da população aos serviços de saúde.

Ademais, é imperativo ressaltar a normalização de práticas discriminatórias como potencializadora da problemática. De acordo o filósofo Adolfo Vaazquez, a frequência de um determinado evento ocasionaria em sua naturalização. Dessa forma, a recorrência de comportamentos discriminatórios a grupos vulneráveis no ambiente de sáude contribui para a desigualdade no atendimento médico. Nesse contexto, favorece a perpetuação dessas condutas, fazendo com que as necessidades médicas dessas pessoas sejam negligenciadas.

Portanto, atitudes devem ser tomadas para amenizar o quadro atual. Para isso é necessa´rio que o Governo Federal disponibilize verbas para a saúde. Tal ação deve ser feita por meio da construção de unidades básicas de saúde, equipadas com atendimento médico e farmácias públicas, em regiões periféricas, a fim de garantir o acesso a saúde assegurado pelo Constituição de 1988.