As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 27/08/2019

Segundo o filósofo São Tomas de Aquino, todos os indivíduos de uma sociedade democrática possuem a mesma importância, além  dos mesmo direitos e deveres. Contudo, percebe-se, que no Brasil, alguns grupos de minoria, como os indivíduos lésbicas,gays, bissexuais e transgêneros compõem um grupo altamente desfavorecido no tocante ao acesso a  saúde, em razão do atendimento discriminatório que esse ainda recebem  mesmo tendo todos os direitos garantindo pela constituição. Nesse contexto, torna-se evidente a ocorrência de estruturas especializadas no atendimento a esse público, bem como a compreensão deturpada da função social deste.

Convém ressaltar, a princípio que sob a perspectiva do pensador John Locke, todo ser humano nasce com direitos inalienáveis, como o direito a boa qualidade de vida o que insere um bom acesso a saúde e o Estado tem o dever de assegurá-los. Entretanto, é notável que o poder público não cumpre o seu papel enquanto agente fornecedor de direitos mínimos, em razão da neglicencia quanto a preparação dos brasileiros para lidar com as diversidades. Diante disso, os LGBTS enfrentam diversas maneira de discriminação nas unidades médicas, pois alguns indivíduos recebem atendimento com condutas inadequadas,como exemplo conotações preconceituosas o que caracteriza um irrespeito descomunal a esse público.

Ademais, em uma análise mais aprofunda, devem ser considerados fatores culturais e educacionais, esse errôneo enraizamento moral se comunica com a continuidade de preconceitos o que eventualmente acarreta a manutenção da discriminação sofrida por esses grupo no ambiente de saúde. Nesse sentido, esses não passam apenas por distinção pelos profissionais, mas também pela sociedade que ocasionalmente praticam ações preconceituosas, dessa maneira, pode contribuir para que a pessoas que sofre essas prática possa desenvolver doenças,como a depressão e até mesmo cometer suicídio devido a falta de aceitação na sociedade. Portanto, fica evidente a necessidade de mudanças sejam respeitados.

Destarte, para que a máxima de São Tomas seja alcançada, é miste que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) crie por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias em escala nacional nas redes sociais que conscientize o corpo social sobre o respeito ao próximo, além disso essas propagandas também pode elucidar sobre a diversidade do país. Assim sendo, contribuindo para que esse grupo de minoria receba atendimento igualitário em todos os locais, uma vez que essa ação tem como objetivo minimizar o preconceito enraizado na nação brasileira.