As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 20/09/2019

Segundo um artigo publicado pelo site “Brasil de fato” em junho de 2017, 10% da população brasileira é LGBTQI e, nos últimos anos, a população que se autodeclara preta tem aumentado 32%, segundo o site do G1. Mas, será que o país está preparado para acolhe-los? Esta é uma dúvida que tem gerado alguns conflitos devido estar cada vez mais frequente, a transmissão em telejornais, o preconceito e a escassez de deveres públicos.

A Constituição de 1988 tem como principal conceito os direitos básicos de dignidade para todos os cidadãos, entretanto, há casos que se opõe a tal conceito, como o caso do garoto negro chicoteado pelo segurança de um Supermercado , por tentar roubar algumas barras de chocolate, ou, o caso de um casal homossexual que foi espancado por andar de mãos dadas na rua. Fatos como esses provam que que o preconceito existe e que ele ainda está muito presente no nosso cotidiano.

Ademais, a saúde pública tem sido uma reclamação constante, principalmente o Sistema Unitário de Saúde (SUS), onde, além do descaso governamental e falta de médicos e equipamentos básicos, o atendimento preconceituoso com a minoria étnica e o pré conceito perante tais acabam afastando e deixando-os desconfortáveis para voltar ao estabelecimento para cuidar, devidamente, de sua saúde.

Portanto, os governos federais e estaduais devem capacitar profissionais, para que saibam trabalhar separando o preconceito pessoal do trabalho profissional, para que assim, o número de DST’s, que afeta uma parte da população LGBTQI, diminua e toda a minoria não deixe de ter acesso a saúde devido ao constrangimento e ao medo, de modo que faça jus ao conceito da Constituição.