As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 14/09/2019

No Brasil, as principais formas de exclusão são as socioeconômica, por orientação sexual e por etnia. De acordo com a ONU, Organização das Nações Unidas,  Saúde é um direito das  pessoas e dever do Governo.No entanto, na prática é que as minorias tem um acesso à saúde de forma extremamente burocrática e frequentemente discriminatória..

Em 2007 foi lançada a “Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde”, que garante, entre outras coisas, o atendimento livre de discriminação a todo o cidadão brasileiros. No entanto, infelizmente na prática a discriminação ainda é comum na área de saúde. De acordo com um estudo brasileiro de base populacional feito pela UFRJ em 2003, estima-se que 10% dos usuários dos SUS já se sentiram discriminados pela condição socioeconômica e 8% pela classe social. Além disso, é comum no meio de saúde a separação dos clientes por classe econômicas, sendo que é frequente  o  uso de materiais de menor qualidade  direcionadas aos mais pobres em cirurgias, o que demonstra uma visão mercantilística  da Saúde.

Ademais, o serviço público de Saúde é de fato destinado a todos. No entanto,sofre com o excesso de burocracia, onde pacientes demoram anos para serem atendidos de forma adequada, ficando a população refém do serviço privado de saúde, que muitas vezes o custo é altíssimo com consultas chegando ao valor de metade de um salário mínimo.

Portanto, algo deve ser feito para enfrentar a questão da segregação nos serviços de saúde.Logo, cabe ao Governo, em conjunto com o Ministério da Saúde, investir  por meio de contratos com os agentes de Saúde, Médicos e Enfermeiros, que atinjam áreas mais carentes, sendo que nesses contratos os pacientes deverão avaliar como foram atendido  e se sentiram alguma forma de discriminação por parte do profissional de saúde e deve também abrir denúncia caso sejam frequentes os casos discriminatórios. Dessa forma, a população vai ter uma forma de se proteger de maus funcionários que utilizam a Saúde da população como mercadoria.