As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 18/09/2019

Apesar dos grandes avanços sociais das últimas décadas, a descriminação sexual,étnica e social continua a ocorrer.No entanto,nos dias atuais, esses problemas sociais são muito mais discutidos do que em séculos anteriores.Para o fim da intolerância, consultórios de tratamento de pessoas depressivas e o desenvolvimento do ensino socioemocional, nas escolas, são de grande importância.

A priori, deve ser entendido que a raiz do preconceito, na sociedade brasileira atual, se deve, em grande parte, à estrutura social brasileira que boicota as classes sociais inferiores e as culpam pelo seu próprio fracasso.Assim, a democratização do capital cultural, que ainda não ocorreu no Brasil, é o principal fator do preconceito,pois,devido a sua falta, as classes inferiores não têm chances no mercado de trabalho. Logo, quando cidadãos de classes inferiores sofrem, culpam a si mesmos e cultivam o ódio às outras classes sociais, raças, gêneros e etc.

Ademais, é entendido, também, porque uma parcela pequena da sociedade brasileira atual se preocupa com a saúde mental, essa parcela pequena é a que se apropriou do capital cultural.Segundo o sociólogo Jessé Souza ’’ A classe média brasileira se apropriou do capital cultural’’.A inserção do ensino socioemocional, nas escolas brasileiras, traria uma diminuição nos casos de racismo, homofobia, xenofobia e ,principalmente,depressão, devido ao seu caráter de controle emocional.

Enfim, visando ao tratamento de pessoas doentes, postos de saúde devem divulgar, cada vez mais, seus trabalhos e tratar doenças psicológicas com mais frequência. Além disto,  a fim de que, no futuro, o Brasil seja uma sociedade menos preconceituosa, e não sofra com altos índices de doenças psicológicas, é necessário que o governo federal e estadual aumente o investimento no ensino público, visando à democratização do capital cultural e à inteligência sociemocional.