As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 29/09/2019

Formas de exclusão social na saúde do Brasil contemporâneo e como combater

Desde a ascensão do capitalismo, o mundo vem demasiadamente priorizando bens materiais em detrimento de valores humanos. Por essa razão, as diversas formas de exclusão social na saúde são um problema no Brasil contemporâneo, fato fomentado diariamente pelo negligenciamento governamental relacionado à distribuição de recursos hospitalares, como também pela falta de humanização por parte de muitos profissionais para com o público homossexual, fatores que disseminam o desrespeito, sofrimento e preconceito. Destarte, torna-se fundamental a ação de órgãos nacionais para resolver o impasse.

Incontestavelmente, ‘‘é errôneo servir-se de meios imorais para alcançar objetivos morais’’, dizia o ativista americano, Martin Luther King. Nesse contexto, análogo ao cenário corruptível brasileiro, não há a devida distribuição de recursos nos hospitais brasileiros, como foi exposto no Jornal da TV Cultura em 2017, grandes redes como a Santa Casa de São Paulo, são grandemente prejudicadas pela falta no abastecimento de suplementos do SUS (Sistema Único de Saúde), fato que revela uma forma de exclusão da população menos favorecida, gerando atraso em consultas e cirurgias, como também morte.

Outrossim, ‘’temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo’’, dizia o pacifista indiano, Mahatma Gandhi. Nesse sentido, vê-se a importância das ações individuais para o bem coletivo. Entretanto, contrário ao ideal de sociedade utópica proposta pelo filósofo Thomas Core, a ausência de instrução no meio educacional quanto ao tratamento correto aos homossexuais no setor da saúde potencializa a propagação do preconceito e da violência para com esse público, o que é mais uma forma importante de exclusão social retirando-lhes o direito de um atendimento com qualidade.

Logo, conforme a Teoria Newtoniana, cada ação gera uma reação. Portanto, o Estado, em parceria com o Ministério da Saúde, deve promover a correta distribuição de recursos nos hospitais brasileiros, com o auxílio de fiscais na área econômica, a fim de diminuir com o desvio de dinheiro e atingir a população carente com melhores atendimentos. Além disso, o Ministério da Educação, juntamente do setor midiático, precisa promover a importância de uma boa interação com o público homossexual e os efeitos positivos que esse benefício trás à esse público, com a ajuda de aulas e propagandas feitas por professores nas universidades. Assim, o conjunto dessas ações contribuirão para a diminuição das formas de exclusão social na saúde do Brasil contemporâneo.