As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 05/10/2019

De acordo com a constituição federal de 1988, todo cidadão brasileiro tem direito à saúde, fornecida pelo estado, independentemente de idade, sexo, raça e credo. Entretanto, percebe-se que no Brasil, a saúde é negligenciada, principalmente quando se trata de minorias. Desse modo, são necessárias medidas para a resolução da problemática que está baseada no preconceito, como também na inércia governamental.

Em primeira análise, é válido destacar que o preconceito na sociedade é o principal causador de mal estar entre as minorias. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o indivíduo saudável é aquele que vive em pleno estado de bem-estar físico, psíquico e social. Logo, ações preconceituosas e segregadoras podem abalar os indivíduos psicologicamente, comprometendo sua saúde mental, como também o isolando socialmente. Assim, é inegável que a saúde está diretamente ligada à maneira que a sociedade se comporta, prejudicando as minorias que sofrem com  o preconceito diariamente.

Outrossim, é importante enfatizar que as medidas governamentais a cerca da saúde é precária. De acordo com o filosofo político Thomas Hobbes, o estado é o principal responsável pela igualdade e harmonia na sociedade. Sendo assim, é de suma importância um papel ativo do governo quando se trata de saúde da população, priorizando as minorias que são os mais prejudicados.

Portanto, mediante os fatos supracitados, fica evidente a necessidade de medidas publicas que visem resolver a problemática. A fim de diminuir o preconceito sofrido pelas minorias, principalmente por profissionais da área da saúde, o Ministério da Saúde, por meio de cursos, deve treinar e capacitar os profissionais da área para atuarem de maneira compatível com os diversos grupos. Somente assim, o Brasil cumprirá a constituição e garantirá saúde para todos.