As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 22/10/2019
Consoante ao poeta Cazuza, “Eu vejo o futuro repetir o passado”, as diversas formas de exclusões preconceituosas não é um assunto que surgiu atualmente. Desde a antiguidade, quando os direitos aos homossexuais, status econômicos, idade, feminismo e raças eram distintos, essa vicissitude é uma realidade. Embora, hodiernamente, esse grupo possua o reconhecimento legal e judicial de igualdade, os mesmo ainda sofrem discriminações na área da saúde e também da segurança do país.
Em primeiro plano, destaca-se que o mais prejudicado no setor da saúde é o grupo LGBT ( sigla das lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transsexuais e transgêneros). Dessa forma, segundo uma pesquisa publicada no site Nações Unidas, aproximadamente 50% dos homossexuais deixam de ir aos postos de saúde por sofrerem condutas inadequadas, como a recusa absoluta da prestação de cuidados, e constrangimentos, como ofensas pelos próprios provedores público.
Outro ponto relevante, nessa temática, é o conceito ligada à segurança do país, onde pessoas como mulheres, bissexuais, gays, lésbicas entre diversos outros indivíduos que fazem parte dessa minoria, são afetados diretamente. Outrossim, é dentro dos transportes públicos, locomoção que muitos brasileiros utilizam para ir estudar, trabalhar ou a lazer, onde são retratadas várias situações preconceituosas.
Infere-se, portanto, que são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Dessa maneira, compete ao Governo, junto ao Tribunal de Justiça, promover leis mais rígidas que melhor puna quem praticar algum ato preconceituoso. Essa ação pode ser feita por meio de companhas, realizadas por pessoas que já passaram por algum tipo de discriminação, com o objetivo de melhor atender esse grupo, respeitando seus direitos e para que as barreiras que impulsiona tais injustiças sociais sejam rompidas.