As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 09/01/2020
De acordo com a Constituição Brasileira de 1988 a saúde é direito de todos e dever do Estado, este que deixa muito a desejar para a sociedade partindo da contradição do negligenciamento feito e refletido pelos preconceitos sejam eles raciais, sexuais ou socioeconômicos nas instituições de saúde do Brasil que resultam em um atendimento desqualificado e em exclusão social.
Sendo assim, a saúde é definida não apenas pelas condições físicas, mas também pelas mentais dos pacientes. Através do preconceito, muitos jovens negros se suicidam pela pressão psicológica de serem inferiores e a população LGBT sofre agressões e até mesmo óbitos pela sua escolha sexual.
Além disso, o SUS (Sistema Único de Saúde) prega os três princípios que são a Universalidade, Integralidade e a Equidade com atendimento prioritário aos mais necessitados. Contudo, se estes necessitados forem os mais vulneráveis socialmente, a qualidade do atendimento deixa de ser a mesma, impossibilitando o direito à saúde igualmente.
Portanto, para que a vulnerabilidade de algumas pessoas não interfira no acesso a saúde no Brasil, medidas como o oferecimento de treinamentos qualificados aos profissionais da saúde pelo Ministério da Saúde se preparando para receber qualquer paciente com respeito, além de campanhas de conscientização que devem ser feitas pela própria diretoria hospitalar propagando pelos corredores que ser diferente é normal e fazendo jus à Constituição Brasileira.