As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 25/06/2020
No limiar do século XXI, a saúde pública, no território brasileiro, ainda tem alguns entreves, os quais também afetam a qualidade de vida da população, apresentando uma grave patologia social. Nessa perspectiva, a negligência populacional, gerada pala sociedade hodierna, e a inadvertência governamental, com os graves indícios de corrupção, ocasionam consequências deletérias à sociedade. Logo, com o escopo de mitigar tais infortúnios, medidas sociais e estatais são fulcrais.
Efetivamente, a grande maioria da população brasileira acarreta várias situações nefastas para a sociedade, haja vista que a mentalidade capitalista pode mudar hábitos que essas pessoas tinham quando era de classe baixa. Nesse contexto, o filósofo Byung-Chul Han, no seu livro “Sociedade do Cansaço”, relata que a sociedade da atualidade está relacionada com o desempenho, a qual estuda e trabalha cada vez mais para conseguir um emprego de qualidade, ficando pouco tempo com a família e não cuidando da própria saúde. Dessa forma, os indivíduos hodiernos, em maioria, têm pouco contato com os seus familiares, por motivo do pouco tempo que os restam da rotina, ficando distante das atividades familiares e gerando exclusão social com pessoas que viveram grande parte da vida com elas, visto que a sociedade atual acarreta, algumas vezes, doenças psicológicas nele e na família
Ademais, o Governo brasileiro tem bastante entraves no aspecto social, gerando malefícios para sociedade, principalmente, no sentido da saúde e da qualidade de vida. Nesse panorama, existe projetos de saneamento básico e de saúde para a população, como o Plano Nacional de Saneamento Básico e o SUS, os quais ajudam muito a população da classe baixa econômica, porém a corrupção atrapalha o futuro dos mesmos. Nesse sentido, de acordo com o sociólogo Max Weber, o patrimonialismo se refere à característica de um estado que não possui distinções entre os limites públicos e privados. Desse modo, a corrupção, de grande parte, dos governante brasileiros acarreta efeitos deletérios à população, os quais usam do bem público para favorecer a vida privada.
Destarte, a fim de atenuar tais efeitos, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Sob tal óptica, a família, como instituição formadora de opinião, deve, desde a infância, ensinar os atos corretos para que no futuro não aconteça efeitos maléficos no quesito familiar, por intermédio de consultas e de conversas com psicólogos, mostrando que os familiares estivem juntos torcendo pelo sucesso do mesmo, uma vez que teve oportunidade de estudar e ter uma vida econômica melhor, com o fito de minimizar tais efeitos. Outrossim, o Governo deve, por meio do Ministério da Justiça, criar reuniões e conferencias para tentarem diminuir os impactos que a corrupção faz no Brasil, a fim de ter uma sociedade mais igualitária.