As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 18/05/2020

O Sistema Único de Saúde (SUS), assegura que a lei 8.080 de 1990, aborda as condições para universalidade, integralidade e equidade. Entretanto a falta de atendimento público no Brasil, é decorrente do preconceito socioconômico e escassez de informações para com, lésbicas, gays, homossexuais, bissexuais, negros, moradores de rua, entre outros.

Visto que, a população de baixa renda possui maior dificuldade de procurar o atendimento de saúde público brasileiro, é causada através do preconceito existente nas unidades de saúde. Ou seja, a partir do momento que um morador de rua sem tomar banho ou um travesti usando roupas curtas, procurar o Sistema Único de Saúde, seja para atendimento ou prevenção, o resto da população considerada “normal”, irá olhá-los de “cara” feia ou até mesmo insultá-los com ações físicas ou verbais. Igualmente com pessoas de outras raças ou que se declaram gostar de indivíduos do mesmo sexo.

Portanto, observa-se que os moradores de rua, assim como, uma parte de pessoas que realizam programas sexuais, não possuem acesso à internet ou campanhas de conscientização em relação à procura do bem-estar e saúde física ou mental. Além disso, grande parte desses indivíduos acabam por óbitos, por ser dependente de alguma doença sem acompanhamento médico ou se suicidam pelo fato de não se aceitarem ou sofrerem muito preconceito através da sociedade.

Considerando os aspectos mencionados, é necessário o desenvolvimento de métodos para reverter essa situação. O governo, deve investir em um “sistema de saúde público-móvel”, que seria uma ambulância qualificada para o atendimento médico, que se deslocasse até os bairros mais pobres, com o intuito de distribuir preservativos e atendimento médico para todo o tipo de indivíduo, inclusive moradores de rua. Com o fim de, haver atendimento uma ou duas vezes por mês e conscientização para as pessoas que possam se deslocar até o SUS, facilitando o atendimento para as pessoas mais frágeis e vulneráveis.