As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 26/05/2020

O preconceito enfrentado pelos homoafetivos na sociedade e na saúde.

Podemos perceber que a exclusão contra pessoas que são do grupo LGBT(lésbicas,gays,bissexuais,transexuais), é nítida em nossa sociedade, pois são tratados como seres inferiores. Visto que, em 17 de maio de 1990, a OMS(organização mundial de saúde), excluiu totalmente que a Homoafetividade  era uma doença. Mas infelizmente, foi só em  2020, que o STF(supremo tribunal federal), permitiu que as pessoas que são  LGBT, pudessem doar sangue a qualquer momento .

Convém lembrar ainda que, segundo o Senado, o Brasil, é o país que mais assassina homossexuais no mundo. Isso só mostra que ainda estamos longe de ser uma sociedade justa e com seus direitos iguais para toda população, principalmente quando se trata da saúde pública, pois vale ressaltar que até 2019, vigorava uma lei do Ministério da Saúde, que homossexuais deveriam ter um intervalo de doze meses entre o momento da doação de sangue desde a última relação sexual. Além disso grande parte desses seres não vão a Unidade Pública de Saúde, por causa de olhares e diferentes tratamentos dos funcionários. Como dizia o grande dramaturgo George Bernard Shaw,“o progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar suas mentes não conseguem mudar nada”.

Desse modo, é preciso  que a sociedade evolua e principalmente mude os seus jeitos de pensar, tão quanto os seus atos de agir. Portanto, é necessário que o governo e o Ministério da Saúde expanda campanhas publicitárias, passadas nas emissoras de televisões e internet. Com o intuito de conscientizar a população a não ter preconceitos, e principalmente o preconceito que se trata da escolha sexual dos demais seres. Pois tamanho ato de solidariedade do governo com a população, só mostraria  que tem autoridade pública envolvida na causa, e fortaleceria cada vez mais as pessoas que pertencem ao grupo LGBT.