As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 01/06/2020

No ano de 1990, foi criada a lei de n° 8.080 do Sistema Único de Saúde, que destacam-se a Universalidade, Integralidade e a Equidade. Nesse sentido, no século XXI, a realidade brasileira revela que esse direito não é plenamente assegurado, visto que, evidentemente, o preconceito racial, assim como a discriminação sexual, são impasses para a resolução dessa problemática.

Preliminarmente, infere-se que a intolerância racial é um conceito enraizado na sociedade. Sob esse ângulo, a rejeição no Brasil ganhou forma e cor com a chegada de cerca de 5 milhões de africanos, entre o século XVI e XIX. Desse modo, conforme o portal de noticias G1, a falta de acesso á saúde tornam negros mais expostos a doenças sexualmente transmissíveis. Dito isso, nota-se que tais exclusões afastam a população afro-brasileira de seus direitos básicos, como os de receber tratamento de qualidade em instituições de saúde.

Outrossim, é inegável que a discriminação com a comunidade LGBT ( Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) é o impulsionador desse problema. Nessa perspectiva, de acordo como jornal O Globo, o Ministério da Saúde mantém proibição de doação de sangue por gays, apesar de estoques baixos por coronavírus. Dessarte, segundo o físico Albert Einstein, “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Portanto, percebe-se que é necessário desamarrar as cordas que seguram uma boa parte da população com a relação à intolerância e a isenção.

Em vista dos fatos elencados, é necessário desativar o comportamento como esses cidadãos são tratados. Destarte, cabe ao Ministério da Saúde criar projetos sociais, por meio de destinação de verbas à secretarias municipais, como ampliação de postos de saúde, com intuito de promover a universalidade e a equidade. Ademais, o poder Legislativo deve criar um projeto de lei que assegure a doação de sangue, por meio de comunidade LGBT, com investimentos em hemocentros, na finalidade de desagregar o átomo do hostilidade imposto no corpo social.