As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 25/06/2020
Na conjuntura hodierna, as formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde brasileira emerge como um problema social que fere o artigo 5º da Constituição Federal Brasileira de 1988, que visa a inviolabilidade dos direitos fundamentais ao bem-estar do cidadão, preservando-se a igualdade perante a lei, assim expresso nos incisos I e III. Nesse viés,a inscícia civil relacionada à falta de empatia relacionada à imposição dos estereótipos,bem como a displicência das instâncias públicas em torno da exiguidade de investimentos em programas que beneficiem os grupos sociais igualmente,contribuem para a intensificação da problemática. Destarte,é incontrovertível solucionar os óbices em questão.
É relevante pontuar,à princípio,que a persistência da postura apática por parte da sociedade fundamenta-se na lacuna de informações pertinentes e na deficiente educação. Nesse sentido,os moldes comportamentais e culturais enraizados nas pessoas possuem origem desde a Colonização do Brasil,caracterizada por um processo de exploração e aculturação, até à hodiernidade,implicando diretamente na mentalidade dos cidadãos e suas ações mais imprudentes. Tal contexto conecta-se com a atualidade através das ações preconceituosas com grupos específicos dificultando seu acesso à saúde. Consequentemente,os índices de desigualdade aumentam consideravelmente.
Subsequente, é imprescindível ressaltar, ainda, a supressão de deliberações governamentais com o intuito de fenecer o óbice. Dessa forma,em 2015,as negociações internacionais que culminaram na adoção dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS),elucidaram no plano de metas da Agenda 2030,o Objetivo 3,que visa assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos,em todas as idades,expondo,contudo,contrariedade com a realidade corrente,visto que se permeia a inadequação de investimentos em programas de atendimento qualificado e igual para toda população. Por conseguinte,ocorre o afastamento desses grupos das ações de cuidados.
Depreende-se,portanto,a necessidade de se combaterem as formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde brasileira. Desse modo,as escolas,em conjunto com a mídia,como preceptoras de opinião,devem promover a conscientização igualitária do sistema de saúde ,por intermédio da disseminação de campanhas informativas,como também a elaboração de oficinas que suscitem a socialização e solidariedade dos cidadãos,com o objetivo de atenuar a discriminação social. Concomitantemente,o Governo,coadjuvante às instituições privadas, como detentores de recursos,deve instigar melhorias na saúde,por meio de investimentos majoritários, além da ampliação de fundos monetários para pesquisas,objetivando que a diligência preventiva vigore de modo eficaz. Em suma,a consumação das providências interventivas é improrrogável para a garantia das diretrizes da ODS.