As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 04/07/2020

Distinção à disposição

O educador e filósofo brasileiro Paulo Freire afirmava que “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”. É notório que a falta de interesse dos governantes em investir na saúde pública traz divergências de opiniões, principalmente ao que se refere a saúde pecaria e os atendimentos discriminatórios dos agentes de saúde.

Cabe mencionar a saúde precária em que a população está sujeita, “O risco de o homossexual adoecer é maior. A falta de emprego e oportunidades, aliados a uma saúde pública ruim contribui para isso. Vale mencionar, que para o cidadão comum o atendimento público já é algo extremamente ruim e ineficiente, agora, para um cidadão que está sujeito a preconceito é muito mais desgastantes.

Por oportuno, merece ênfase a atitude discriminatória de agentes dos agentes de saúde. “A dificuldade é exatamente ter profissionais preparados para atender o grupo, sabe? A maioria trata diferenciados, com negligência” afirma bissexual, 28 anos entrevistado pelo portal de notícias Pepsic.

A frente disso, uma boa parte da população LGBT+ prefere correr os riscos da automedicação a ser discriminados. A frente dos argumentos anteriormente apresentados, pode-se concluir que, a educação seria o principal pilar a ser construído para a instição da descriminação social implantada no Brasil, o governo poderia se basear em políticas adotadas no próprio país como a lei de inclusão de pessoas com deficiência, voltada para atender as minorias na saúde.