As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 14/08/2020

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos da mesma nação. Todavia, no cenário brasileiro atual, observa-se que ainda existe exclusão de camadas inferiores, grupos LGBTQIA+ e étnicos-raciais, no qual origina-se efeito na saúde populacional. Nesse sentido, o problema persiste em virtude de uma grande desigualdade social, bem como uma falta de bem-estar do brasileiro.

Em primeiro plano, evidencia-se que a exclusão de indivíduos de âmbitos comuns é um grande responsável pela complexidade do problema. Para Kant, o ser humano é resultado da educação que teve. De acordo com essa perspectiva, a maneira como a população julga ou pratica ações procede da forma que são doutrinadas. Tais ensinamentos podem não ser a conduta adequada para se compor na sociedade.

Além disso, o progresso para uma melhora na qualidade de vida da população, em relação à saúde, também é um desafio. A saúde se relaciona em aspectos físicos, psicológicos e sociais do indivíduo, ligado ao bem-estar e a manutenção de vida, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dito isso, é notório que a minoria social suporta constrangimentos diários. Esse elevados preconceitos, ainda presentes no Brasil, são capazes de estimular transtornos mentais nesses indivíduos, no qual põem em risco a saúde dos mesmos.

Diante do exposto, medidas devem ser tomadas. Para isso, o Ministério da Cidadania, com o apoio do Ministério da Educação (MEC), devem criar uma campanha nas redes sociais, por meio de relatos das pessoas não introduzidas na sociedade e que lutam constantemente pelos seus direitos. O propósito da ação, tem finalidade de desconstruir o preconceito e garantir bem-estar para todos os brasileiros. Nessa ação, o uso da #INCLUSÃOSEMPRE será pertinente para promover um vasto alcance.