As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 10/09/2020

A exclusão social não é um aspecto novo da sociedade, mas antigo, que teve início na colonização pelos portugueses no Brasil com a estrutura escravagista. Apesar dessa repressão ser em menor escala, quando comparado com a colônia, as minorias ainda sofrem, pois esse resquício de comportamento ainda se faz presente. As formas de exclusão causam diversos tipos de impactos, principalmente em âmbitos sociais, que podem aumentar a desigualdade já presente.

Em primeira análise, segundo Cíntia Garcia, mestre em ciências da saúde, as minorias não são atendidas, por muitas vezes, de forma igualitária. Em seu artigo relata que uma minoria sexual, grupo social cuja as orientações sexuais se diferem da maioria da sociedade, ao buscar por um profissional de saúde que atendesse as suas necessidades de atendimento se deparam com uma atitude heteronormativa, revelando assim os preconceito sobre identidade de gênero em um setor que o comportamento é contraditório, a saúde.

Apesar disso, segundo a revista Veja, a restrição para a doação de sangue por homossexuais foi retirada, revelando assim o fim de uma atitude preconceituosa social. Essa conduta revela que apesar de ser em pequena escala, a atitude descriminatória está diminuindo, contudo, informações sobre igualdade e como essa exclusão ocorre devem ser repassadas e apresentadas para que a população tome consciência e auxilie na forma de tratamento dessas minorias.

Portanto, a exclusão de minorias, apesar de apresentar baixas em alguns setores, ainda é presente, ressaltando que a desigualdade. O Ministério da Educação, em parceria com universidades e escolas, deve criar uma disciplina que amplie o pensamento crítico pelos comportamentos enraizados na sociedade, por meio de palestras, propagandas e discussões, explicando aos adultos e aos jovens sobre o respeito ao próximo independente de suas escolhas, resultando assim no rompimento com essa mentalidade desatualizada.