As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 21/09/2020

Os direitos humanos é o conjunto de direito básicos imprescindíveis para a sobrevivência humana, esses direitos, que incluem a saúde e o bem-estar, são assegurados a todas e qualquer pessoa, independente de qualquer variante usada para distingui-las. No entanto, devido a uma atual realidade discriminatória e preconceituosa, as minorias da população, estão cada vez mais suscetíveis a problemas de saúde.

Primeiramente é possível relacionar a própria sociedade como propulsora desse problema e o preconceito como principal causa. O preconceito é uma opinião desfavorável que não é baseada em dados objetivos, mas sim, em um sentimento hostil motivado por hábitos de julgamento ou generalização apressada. Observa-se que o preconceito acaba isolando grupos sociais e esses são vítimas de violência e estão mais propícios a desenvolverem problemas mentais, de acordo com o Jornal da USP. Essa parcela da população se sente excluída e sofre continuamente.

Em segundo lugar, é possível citar o livro “quarto de despejo” , um diário detalhado da vida de uma mulher, negra, pobre e que vivia no subúrbio, como queixa à negligência dos órgãos públicos com os moradores de áreas carentes. É possível relacionar a situação dessa minoria à baixa qualidade de vida e aos impactos na saúde devido a desinformação, que afeta diretamente na propagação de doenças, à desigualdade social, que leva muitos jovens a perderem suas vidas para a violência urbana e a falta de saneamento básico, que interfere diretamente na proliferação de doenças. Além disso, esses problemas afetam mais de 12 milhões de brasileiros, de acordo com a Central Única das Favelas (CUFA), mostrando, assim, sua gravidade.

A partir dos argumentos supracitados,  mostra-se evidente a interferência do preconceito e da desigualdade social na saúde, por conseguinte o Ministério da justiça e segurança pública deve impor leis mais severas que visem a proteção e punição do discriminadores e o governo deve promover reformas estruturais nas periferias e incentivar a educação.