As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 21/09/2020

Entende-se, atualmente, que o país ideal é aquele em que não há nenhum tipo de exclusão social. Infelizmente, no Brasil, a exclusão social das minorias reflete a perda de saúde do excluído, quando nota-se que gays, lésbicas, transsexuais e travestis , os “LGBTs” enfrentam sérios problemas para cuidar de suas saúdes. Este fato pode decorrer do preconceito inerente da atual sociedade aliada à insegurança do indivíduo desrespeitado.

A rejeição existe na diferença da etnia, posição econômica ou identidade sexual, e pode se manifestar de forma agressiva ou simplesmente em forma de afastamento. Por exemplo, essa realidade existe quando os negros são considerados pelos brancos como inferiores aos mesmos,  homossexuais sendo agredidos, apenas por sua opção, crianças são intimidadas nas escolas (bullying) ou as pessoas mais ricas oprimindo/humilhando os pobres por suas condições de vida. Visto que todos têm direitos iguais à educação e trabalho, esse comportamento se torna inaceitável.

Como também citado acima, o racismo, que também é entendido como uma forma de exclusão, causado pelo colonialismo português também é um fator que torna a saúde da população africana mais precária. Um exemplo disso é a menor expectativa de vida da população negra, no Brasil.

Contudo, é bastante nítido que há um descaso governamental com relação à saúde pública no Brasil, e é por isso que fica evidente a necessidade de atitudes e medidas para a reversão dessa triste situação. O Ministério da Cidadania deve realizar parcerias com o Ministério da Educação e as escolas, com o objetivo de promover palestras com profissionais qualificados o suficiente para transmitir a importância das diferenças étnicas aos alunos, ao mesmo tempo, fazendo com que eles entendam, que apesar dessas (diferenças), ninguém é superior a ninguém.