As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 24/09/2020
Machado de Assis em sua fase realista, despiu a sociedade brasileira e teceu críticas aos comportamentos egoístas e superficiais que caracterizam essa nação. Não longe da ficção, percebem-se aspectos semelhantes no que tange a exclusão de homossexuais e transsexuais no acesso à saúde. Isso se dá, não só pela falha educacional, mas também pela má influencia midiática em não conseguir reverter o preconceito existente na sociedade.
Em primeiro plano, evidencia-se que a privação dos homossexuais à saúde, faz-se principalmente pela falha educacional. De acordo com o filosofo Kant, ‘‘O ser humano é resultado da sua formação educacional.Nesse perspectiva, se há um problema generalizado na sociedade, há como raiz do problema, uma lacuna na base educacional.No concerne a exclusão de pessoas não heterossexuais para o livre acesso ao SUS, nota-se uma forte influencia dessa causa, uma vez que a escola não tem cumprido seu papel de reverte o preconceito existente nos meios sociais, pois, segundo uma pesquisa feita pela Saúde de Minorias Sexuais do Nordeste, a maioria dos gays, trans possuem um receio de procurar algum receio de procurar, por medo de ser julgado e hostilizado por não se encaixar no esteriótipo ideal.
Outro ponto relevante nessa temática, é a má influencia midiática.Segundo o pensador Theador Adorno, a ‘‘Industria Cultural’‘possui força suficiente para ditar os hábitos e os esteriótipos ideias numa sociedade.Entretanto, o pensador teceu críticas aos meios de mídia por atuarem apenas com fins lucrativos, desse forma, negligenciando problemas sociais como o acesso de pessoas de sexo alternativos na saúde, dado que ao invés de trazer debates, ou introduzir mais o gênero homossexual nos meios de entretenimento, a fim de normalizar esse esteriótipo na sociedade, acaba por silenciar o assunto em questão, por não possuir potencias lucrativos.
Portanto, o preconceito social, junto com a falha educacional somado com o descaso mídia, é perigoso para saúde das minorias sexuais. Por isso, para combater essa barreira social, é necessário que o Ministério da Educacional, em parceiro com as escolas promova de livros e palestas sobre as diversas opção sexuais que existe na sociedade, a fim de que o indivíduo veja as diferenças desde cedo, e que seja normal uma pessoa que buscou opção sexual diferente do ‘’normal’’ dessa forma, como o passar do tempo possa ir mudando o pensamento hostil que a sociedade atual possui em relação aos gays, trans, assim , o indivíduo homossexual sinta-se a vontade em ir num hospital buscar por ajuda médica.