As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 20/11/2020

A Organização Mundial de Saúde define saúde como um estado de completo bem estar físico, mental e social. Entretanto, as diversas formas de exclusão designa um processo de afastamento e privação em determinados indivíduos ou grupos sociais, tendo impacto direto na sua saúde. Desse modo, cabe analisar as causas e consequências dessa problemática, seguido de uma possível solução para abolir essa situação.

A priori, é imperativo pontuar que a exclusão social está presente no Brasil desde a época da Colônia, em função da adoção de uma estrutura escravagista, entretanto, a temática só passou a ganhar destaque no país na década de 70. Nesse sentido, esse problema foi impulsionado pela organização do sistema econômico e político brasileiro. Assim, pessoas que possuem sexualidade, religião e cultura diferentes da maioria, sofrem de preconceito e privação de direitos.

Por conseguinte, os indivíduos vítimas de censura são mais suscetíveis a terem problemas de saúde. Desta forma, uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concluiu que  vítimas de discriminação e exclusão têm um risco quatro vezes maior de desenvolver depressão ou ansiedade e ainda estão propensas a agravos como hipertensão. Diante disso, é notório os malefícios causados as pessoas socialmente excluídas.

Portanto, considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. O Estado deve investir no desenvolvimento de políticas públicas, criando programas que promovam a inserção da população excluída na sociedade. Ademais, o Ministério da Saúde tem que produzir campanhas que advertem os danos causados aos próximos que sofrem discriminação. Logo, será possível garantir a integridade física, psíquica e social dos marginalizados. Só então existirá uma sociedade que proporciona a igualdade de direitos.