As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 10/01/2021

Durante grande parte do séc XXI, ocorreu o chamado Holocausto brasileiro, em um hospital psiquiátrico em Barbacena, onde pessoas que sofriam e sofrem exclusão da sociedade iam, como homossexuais, altistas, indivíduos com síndrome de Down e outras. Sob esse viés, pode-se dizer que no mundo hodierno esses grupos ainda tem prejuízo na saúde física e mental, devido ao preconceito popular, bastante presente na sociedade brasileira no cotidiano.

’’ O homem é o lobo do próprio homem ‘’, esta foi uma das citações de Thomas Hobbes, a qual relaciona-se bastante com as adversidades citadas sobre o Brasil. Visto que, ao não promover saúde de maneira adequada aos grupos que sofrem preconceito na sociedade, os profissionais dessa área estão prejudicando a espécie humana, a qual eles se inserem. A partir disso, pode-se afirmar que, a falta de saúde sexual aumenta o risco de adquirir uma IST(Infecção Sexualmente Transmissível), visto que o indivíduo não teve educação suficiente sobre o assunto. Em detrimento disso, o IDH do país é incapacitado de atingir um nível adequado, devido a falta de saúde dessa parcela da população.

Ademais, pode-se citar o livro Vidas Secas de Graciliano Ramos, pois, nele é apresentada a situação precária que o povo nordestino encontra-se, a qual está relacionada com sua origem cultural e regional. Em detrimento disso, esse grupo sofre da seca e da baixa condição econômica, o que proporciona-lhes uma pressão psicológica muito grande, visto que o estado não proporciona-os uma boa qualidade de vida. Assim como eles, os grupos que sofrem exclusão da sociedade como negros, gays e altistas são muitas vezes prejudicados pela saúde pública, pois quando sofrem preconceito em um atendimento pelo fato de ser  ‘‘diferente’’, esta pessoa é propensa a desenvolver distúrbios mentais.

Portanto, é necessário que o Governo brasileiro melhore a inclusão social na saúde pública. Para que isso aconteça, é necessário que tanto escolas quanto universidades invistam em educar os jovens a respeitar as diferenças de todas as pessoas, por meio de brincadeiras e trabalhos que induzam o entendimento do preconceito, tornando o pensamento da tragédia em Barbacena obsoleto.