As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 10/02/2021

A Magna Carta brasileira garante os direitos à justiça, à segurança, ao bem estar e à saúde. No entanto, esse direitos são contestados, uma vez que, a população LGBT ainda sofre exclusão social nos hospitais brasileiros. Independente do fato que já foram criadas várias leis que buscam a aniquilação de qualquer forma de discriminação, deve ser observado que com a falta de apoio governamental e a crescente desinformação da população os cidadãos não terão acesso as informações sobre as injustiças sociais que regem o sistema de saúde, para essa questão ser revertida é de extrema urgência que o governo incentive palestras sobre os impactos da exclusão na saúde do brasileiro e atenda a necessidade de regulamentação de leis na federação.

A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover debates abertos sobre as brechas no sistema de saúde e os maltratos que muitas minorias passam nos hospitais públicos da federação, sob o mesmo ponto de vista deve ser destacado que entre os princípios do SUS (Sitema Único de Saúde) se encontra a universalidade, que prega que todos os cidadãos brasileiros tem direito ao acesso a serviços de saúde de qualidade sem sofrer nunhum tipo de discriminização. Indubtavelmente com o nível de desinformação presente na sociedade brasileira a criação de esteriótipos socias negativos sobre a população LGBT+ vão interferir diretamente na prestação de serviços de saúde a esse grupo, ou seja, como consequente da desinformação as minorias vão se sentir cada vez mais desprezadas e desconfortáveis em um ambiente hospitar que outrora deveria ser considerado seguro e saudável, de conformidade com o site de notícias VEJA o Brasil é o país com maior índice de assassinato movidos por homofobia, mas também a violência física, moral e psicológica são reportados diariamente aos ouvidos de profissionais de sáude que se mostram empáticos com essa situação.

Além disso, é de conhecimento público que a falta de regulamentação de leis que regem o sistema de saúde tem sido um empecilho na busca pela inclusão de minorias, essa inclusão certamente abrangeria um tratamento iguálitario e respeitoso onde esses grupos marginalizados pela sociedade se sentirão confortáveis e validadados pelos médicos e enfermeiros que ali trabalham. Portanto, a interferência estatal é essencial e indispensável para a inclusão de minorias nas casas de saúde.

Em suma, com a falta de apoio governamental e a falta de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Saúde junto ao Ministério da Educação e o Ministério da Propaganda, organizem palestras semestrais, por meio de pequenos comerciais para conscientizar a população sobre a exclusão de minorias, além de promover reuniões públicas para reforçar os ideais das leis nacionais com o efeito de criar cidadãos mais informados, tolerantes e empáticos.