As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 28/02/2021

O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking dos maiores países por território, sendo o maior da américa do sul e com mais de 200 milhões de habitantes. No país está presente várias culturas, etnias, classes sociais e econômicas, essa diversidade aliada ao capitalismo impulsiona a exclusão social de indivíduos ou grupos minoritários e também causa problemas à saúde, principalmente, mental de muitos brasileiros.

Há várias formas de privá-los e afastá-los da estrutura social: pela cor, raça, poder aquisitivo, toxodependência, região do país ou opção sexual. No censo publicado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2000, o valor médio de distribuição de rendimentos por região indica que o norte e nordeste recebe até um salário mínimo por mês, ou seja, insuficiente para viver dignamente, e ainda somando a pouco estudo, muitas pessoas dessas regiões vão para o Sul ou Sudeste para uma vida melhor, mas acabam sofrendo aversão ou profunda antipatia pelo modo de falar, aparência ou situação financeira.

As consequências advindas por estes tipos de exclusão social são as doenças mentais. De maneira devastadora, a depressão é uma das principais, que está assolando esses grupos. O sentimento de solidão é tão profundo que a morte é a melhor solução. Os LGBTs, por exemplo, em uma investigação realizada pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, mostrou que a probabilidade de suicídio é cinco vezes maior nos homossexuais que nos heterossexuais. É inacreditável em uma sociedade com acesso tão facilitado a informação consiga causar esse tipo de sentimento em um ser humano.

Em vista dos argumentos mencionados, nota-se que para minimizar à exclusão social a educação tem um papel importantíssimo no desenvolvimento intelectual de uma sociedade. Um povo inteligente desenvolve-se mais financeira, economica, racional e socialmente melhor.