As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 29/06/2021

A Declaralçao Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, prevê que todos os indivíduos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. No entanto, este termo não é usufruído por muitos brasileiros, pois as minorias são excluídas, tendo seus direitos à saúde pública agravada. Nesse sentido, no que tange a questão dos impactos da exclusão, percebe-se a configuração de um grave problema, em virtude do despreparo de profissionais e do afastamento dos grupos ao procurar por saúde.

Dessa forma, em primeira análise, a falta de preparação dos profissionais da saúde ao atender homossexuais, por exemplo, é um desafio presente no impasse. Segundo o poeta Leonardo Albertini, “A Aids é uma doença que pode ser evitada e o preconceito, atitude que deve ser exterminada”. Analogamente a atualidade, é perceptível o número de pessoas que não procuram instituições médicas por conta de julgamentos dos profissionais, que não são instruídos para atender grupos de travestis e homossexuais, e inevitavelmente, ocorrem frases preconceituosas ou até aversão em realizar atendimento.

Ademais, a falta de procura por parte das minorias é um entrave no que tange ao problema. O fascismo, regime político estabelecido por Benito Mussolini na Itália, considerava degenerados as minorias, e por consequência ocorriam perseguições. Semelhantemente ao sistema político, no Brasil, as classes distintas da homogeneidade são julgadas por grande parte da sociedade, por isso evitam locais públicos, como hospitais.    Portanto, urge a necessidade de intervir na problemática. Logo, é dever do Ministério da Saúde, realizar palestras em unidades de saúdes com os profissionais da saúde, com o objetivo de conscientizar e instruir um atendimento empático para quê os grupos de minorias sintam-se acolhidos. Assim é possível reverter esse cenário e evitar a falta do direito à saúde.