As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 05/08/2021

No Brasil, o número de pessoas com deficiência vêm aumentando gradualmete, é necessário por tanto que adaptações sejam feitas para dar acessibilidade e incluí-los como sociedade. É inadmissível que instituições educacionais, estruturais e profissionais, não estejam preparadas para aceitá-las em termos de estrutura, formação e profissão, o que é um dos motivos da maciça exclusão social no país. Devido isso, medidas cabíveis precisam ser tomadas.

Uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por exemplo, concluiu que vítimas de discriminação e exclusão têm um risco quatro vezes maior de desenvolver depressão ou ansiedade e ainda estão propensas a agravos como hipertensão. A Lei de Inclusão garante que as pessoas com deficiência tenham direitos próprios justamente para que as igualem perante a sociedade e as deixem no mesmo nível de convívio, locomoção, atendimentos em órgãos públicos, garantia de ensino na mesma qualidade e capacitação e inclusão profissional.

A cada 45 minutos uma pessoa tira a vida no Brasil. Portanto, considerando que apenas 1% dos deficientes brasileiros participam corretamente do mercado de trabalho, a exclusão dessas pessoas da sociedade é um gatilho para o crescimento do índice de depressão do país, tornando-se um caso urgente de saúde pública, que precisa ser mudado cautelosamente.

Em virtude dos fatos mencionados, é mister entender a importância de se tomar iniciativas para mais inclusção de defecientes e outras aprcelas da população excluída. Vale ressaltar que não basta a lei no papel para garantir os direitos. Deve-se implementar isso na prática, inibindo qualquer tipo de preconceito e exclusão no convívio por parte de pessoas que ignoram alguns aspectos sobre o tema. Por isso o Governo têm esse papel alêm das leis, e colocar para funcinar no dia a dia de fato. E que as escolas levem informações aos futuros cidadãos ativos sobre esse assunto, e dar um fim as exclusões.