As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 04/08/2021

Em sua vida, o cientista Albert Einstein citou: “É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Essa frase relata a atualidade, em que o preconceito é forte ao ponto de prejudicar até mesmo a saúde de indíviduos. Isso ocorre devido à falta de educação e aprendizagem da população sobre heterogeneidade populacional e à pouca participação do governo em relação às minorias.

A princípio, vale ressaltar que o preconceito está presente há séculos pela falta de educação e continua sendo passado de geração em geração, visto que, as pessoas aprendem a viver no meio em que são criadas, assim a discriminação acaba se disseminando do mesmo modo que uma praga. Tendo em vista que a exclusão das pessoas pode às levar a doenças psicológicas e até receber feridas físicas por outros indivíduos, também há casos de médicos que recusaram a cuidar de pacientes devido a sua cor e ao seu gênero.

Ademais, a própria educação não é o único ponto a ser tratado. A falta de iniciativa do governo em respeito a minorias sociais acaba fechando portas para essas pessoas e muitas vezes habitantes de baixa renda acabam morrendo sem receber atendimentos médicos ou recebendo atendimentos indevidos. Isso demonstra que, mesmo avançando tecnológicamente, o ser humano ainda está longe do caminho correto para a verdadeira evolução.

Portanto, para que toda a heterogeneidade brasileira tenha uma vida sem problemas, é necessário que o Ministério da Educação em junção ao governo, devem educar as pessoas por meio de palestras, anúncios e até mesmo telenovelas, para que os casos de discriminação diminuam. O  Governo também deve agir com o Ministério da Saúde ajudando pessoas,principalmente de baixa renda, independente de classes sociais, etnias ou gêneros, por meio de programas de saúde pública em áreas carentes e mais pobres. Assim, é possível melhorar a saúde e diminuir a discriminação sobremodo.