As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 06/08/2021

A Declaração Universal dos Direitos do Homem garante que todas as pessoas são iguais perante a lei e gozam da igualdade de direitos, independentemente da natureza, o que torna a protecção da saúde social uma responsabilidade nacional. Nessas circunstâncias, muitas são as formas de exclusão na saúde brasileira, que afetam e destroem o bem-estar das minorias étnicas, raciais, sexuais e ideológicas.

Em primeiro lugar, é preciso enfatizar que o acesso à saúde é de extrema importância para a qualidade de vida dos homens. Portanto, a saúde pública é de todos, porém, minorias como homossexuais e negros são afetadas, são preconceituosas e restritas nos hospitais e, eventualmente, isoladas da comunidade, a incidência de problemas mentais e doenças venéreas tem aumentado. Da mesma forma, essa situação pode gerar dor, ansiedade, depressão e medo, podendo levar ao suicídio, como por exemplo, na série 13 Reasons Why, Hannah suicidou-se por exclusão no ambiente escolar.

Ademais, em 1914, após a Primeira Guerra Mundial, as operações foram realizadas devido ao grande número de feridos, dez anos depois, ocorreu o levante da vacina, vacinação obrigatória no Brasil com o objetivo de erradicar a doença. No entanto, a falta de investimento em saúde, recursos e equipamentos pode ter um impacto maior no conforto pessoal e na sustentabilidade. Segundo o filósofo Bouman, seu conceito de modernidade fluida carece de estabilidade, ou seja, a ideia de coletivo e unidade é substituída pelo individualismo nas relações sociais.

Evidencia-se portanto, é claro que medidas devem ser tomadas para evitar que isso aconteça. O importante é que o estado forneça recursos aos postos de saúde para melhorar o sistema de atendimento público, formar melhor os médicos que vêm aos hospitais, e anunciar na internet e na TV para mostrar que todos são iguais e que não há desigualdade. Só assim o conceito de Bouman e as relações sociais podem ser superados.