As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 06/08/2021

“A Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1946, definiu saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas como a ausência de doença ou enfermidade”. É importante a análise do corpo, da mente e até mesmo o contexto social que o indivíduo está inserido, pois, apesar da saúde ser um direito de todos, o estado é muito negligente a respeito com negros, mulheres e com a comunidade LGBTQIA+ como por exemplo.

Segundo o “Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. No entanto, fontes indicam que ocorrem casos de preconceitos e discriminações referentes a negros, mulheres, gays, pessoas portadoras de deficiência e etc, fazendo com que não possuem o acesso igualitário e qualificado, o que leva ao adoecimento mental e prevalência de depressão.

“Uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por exemplo, concluiu que vítimas de discriminação e exclusão têm um risco quatro vezes maior de desenvolver depressão ou ansiedade e ainda estão propensas a agravos como hipertensão”. Percebe-se, que essas pessoas além de sofrerem com a desigualdade e o preconceito nos atendimento hospitalares, também estão sujeitos a padecerem com o mal-estar mental e físico.

Portanto, é de extrema importância que o governo crie campanhas incentivando discussões que ajude a desconstruir o preconceito e alertando a população para necessidade de atenção especial para esses temas, também é muito importante que haja intensificação no cumprimento da lei do SUS (Sistema Único de Saúde) e do artigo 196