As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 06/08/2021

A saúde é um direito de todo cidadão e dever do estado, conforme a constituição de 1988. No entanto, tanto no passado quanto no presente, parcelas da população sofrem restrições em alguns setores da sociedade, como o simples direito de desfrutar de um sistema de saúde eficiente, em outros cenários, fatores como orientação sexual e subdivisão econômica também possuem grande relevância.

Primordialmente, vale destacar que o SUS (Sistema Único de Saúde), tem em sua principal função, oferecer seus serviços a uma parte da população do Brasil que não possui condições financeiras de se introduzir em planos particulares de saúde. Porém esse sistema vem falhando constantemente com a sociedade brasileira, pois o mesmo possui filas enormes de espera e atendimento.

A posteriori, é de extrema importância destacar e ressaltar a dificuldade que as pessoas têm para doar sangue devido a orientações sexuais. A variedade de tipos sanguíneos favorece as pessoas que esperam por transfusões de sangue, mas uma pequena parcela composta por gays, lésbicas, transsexuais e bissexuais são barrados pelos hemocentros que alegam não receber sangue de pessoas que não seguem um padrão de vida comum no meio da sociedade.

Dessa maneira, as variações das formas de exclusão oferecem riscos a vida de muitas pessoas. Consequentemente, cabe ao Ministério da Saúde aperfeiçoar o tratamento oferecido pelos hospitais públicos, por meio da contratação de profissionais qualificados, fiscalização de tratamentos e garantir que nenhum equipamento ou medicamento venha faltar nesses centros de tratamento humano.