As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 06/08/2021

No Brasil, o número de pessoas com deficiência está aumentando gradativamente e, com essa mudança, é necessária uma adaptação social para integrá-las à sociedade. É inadmissível que essas instituições não estejam preparadas para aceitá-las em termos de estrutura, formação e profissão, o que é um dos motivos da maciça exclusão social no país.     Segundo o IBGE, cerca de 24% da população brasileira possui algum tipo de deficiência e, com base nesses dados, a falta de investimentos na adequação de cidades e empresas para integrá-las à sociedade é inaceitável. Na visão do sociólogo Pierre Bourdieu, tais medidas são chamadas de violência simbólica por se tratarem de comportamentos institucionais que violam o bem-estar dos indivíduos e os excluem desonestamente do meio social. Como consequência óbvia dessa violência, muitas pessoas com deficiência se sentem violadas e impotentes, e esses sentimentos se desenvolverão até que atinjam um estado de depressão, porque sua exclusão social acaba fazendo com que se sintam inadequadas.

A cada 45 minutos, uma pessoa é morta no Brasil. Portanto, considerando que apenas 1% dos deficientes brasileiros participam corretamente do mercado de trabalho, a exclusão dessas pessoas da sociedade é um gatilho para o crescimento do índice de depressão do país, tornando-se um caso urgente de saúde pública.

Não há dúvida de que as empresas precisam urgentemente de medidas inclusivas. QUEM e EU devem iniciar projetos e leis de contenção! Dentre eles, pelo menos 2 pessoas com deficiência, tanto física quanto mental, são obrigatórias e devem ser acompanhadas de palestras educativas por elas ministradas no recrutamento para conscientizar e capacitar toda a empresa.