As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 07/08/2021
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem por característica mais marcante um nacionalismo ufanista, acreditando em um Brasil utópico. Porém a realidade não é essa, tendo em vista os problemas relacionados à exclusão de minorias e seus impactos na saúde. Sendo assim, seja pelo preconceito existente para com as minorias, seja pelo esteriótipo relacionado às doenças mentais, esse problema existe e precisa ser revisto.
Primeiramente, é válido dizer que o preconceito com as minorias representativas agrava a situação, não só com relação à saúde, mas com relação a tudo. Isso se deve ao fato de que a população, no geral, tem junto de si um preconceito com essas pessoas, fazendo assim com que a tratativa para com elas seja diferente. Dessa forma, as pessoas afetadas, acabam sofrendo, muitas das vezes de doenças mentais, como a depressão, já que são frequentemente tratadas de maneira pejorativa. Pesquisas do IBGE apontam que nos ultimos anos os casos de depressão na população brasileira aumenta exponencialmente, e entre esses afetados, estão pessoas de minorias, como homosexuais. Percebe-se, então, que isso piora ainda mais a situação.
Em segunda instância, cabe dizer que o esteriótipo com relação à doenças mentais torna o entrave ainda mais grave. Isso ocorre já que, como a visão de uma grande parcela da sociedade é de que doenças mentais são invensões, ou algo feito pra chamar atenção, se torna mais dificil de que seja feito o devido tratamento para curar esses problemas. Dessa forma, com uma falta de informação sobre os tratamentos de doenças mentais, o problema se torna mais grave, tendo em vista que a falta de informação da população acerca das doenças mentais está diretamente ligada à dificuldades para tratamento, e consequentemente ao aumento de casos dessas doenças. Logo, é possível entender que essa situação agrava ainda mais a problemática.
Em suma, o problema é real e precisa ser revisto. Portanto, cabe ao governo, como órgao responsável por manter o bem estar social, conscientizar a população acerca das doenças mentais, e da inclusão social, por meio de campanhas, divulgações em mídias sociais e criação de políticas públicas, a fim de que o Brasil se torne um país mais igualitário para todos. Somente assim notar-se-á uma melhra significativa do cenário nacional.