As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 06/08/2021

Na história da saúde brasileira, Constituição Federal de 1988, necessária o direito à saúde sem distinção. Entretanto, há uma deficiência nesse contexto, argumentos impactantes de discriminação. Nesse sentido, é importante apresentar discussão a respeito da desigualdade social e suas consequências e a falta de acessibilidade médica de minorias sexuais.

Primeiramente, destaca-se a relação entre exclusão e saúde mental. Segundo o físico Albert Einstein, “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. O preconceito, principalmente entre jovens, é um das principais causas que levam a tal consequência ao psicológico.

Além disso, a exclusão de minorias étnicas, como a população negra, também é um problema. É sabido que, historicamente, a medicina foi construída como uma profissão para a elite, de maioria branca. Dessa forma, essa construção tem impactos em diagnósticos e condutas nos dias de hoje. Caso um indivíduo negro necessita de atendimento dermatológico, por exemplo, dificuldades, pois são pouquíssimos os profissionais especializados em pele negra.

Portanto, indiscutivelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. O Ministério da Saúde deve, por meio de arrecadações do Governo Federal, criar projetos para incluir as minorias, com o intuito de inseri-las em uma saúde qualificada e inclusiva para todos, para que os impactos e a exclusão sejam abolidos. Ação que, se for iniciada no presente, é capaz de mudar o futuro da sociedade.