As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro
Enviada em 06/08/2021
A Alemanha nazista de Hitler deu um exemplo de apartheid. Os deficientes físicos, negros e homossexuais eram os grupos mais severamente perseguidos na sociedade naquela época. Nesse preconceito, é necessário destacar que muitos grupos de indivíduos hoje não usufruem dos serviços básicos prometidos pela Constituição, pelo menos da forma que deveriam, pois erros e estereótipos dificultam a aceitação de serviços de saúde para esses grupos.
Em primeiro lugar, é importante ressaltar que uma pessoa que é vista como inferior aos outros terá emoções como medo e insegurança. Dessa forma, sua integração no meio social fica comprometida. Nesse caso, deve-se ressaltar que, de acordo com a Constituição de 1988, todos são iguais perante a lei, porém esse direito não é devidamente respeitado, e muitos cidadãos têm medo do preconceito e dos olhares diferenciados nas instituições públicas de saúde, serviços por profissionais despreparados para lidar com todos os tipos de pessoas.
Em segundo lugar, deve-se observar que, de acordo com uma pesquisa internacional, apenas 1% das pessoas com deficiência em países subdesenvolvidos podem usar o plano básico. A exclusão na saúde, a baixa dignidade dos cuidados e a qualidade e oportunidades dos serviços tornaram-se obstáculos à “exclusão social”.
Portanto, diante da inegável desigualdade no acesso à atenção básica, o Ministério da Saúde precisa urgentemente criar um projeto de inclusão social. Deve abordar o tratamento e cuidados corretos de pessoas “vulneráveis”. Por meio de treinamento básico para profissionais da área, incluindo palestras e cursos online. Por sua vez, o estado deve garantir o acesso a esses serviços. Só assim podemos dar atenção às minorias com dignidade.