As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 06/08/2021

A Exclusão Social designa um processo de afastamento e privação de determinados indivíduos ou de grupos sociais em diversos âmbitos da estrutura da sociedade. Pode-se salientar as condições financeiras, religião, cultura, sexualidade, escolhas de vida, dentre outros. As desigualdades sociais, que tem como consequência a exclusão, são resultantes da falta de políticas públicas corretas, e o combate a essas desigualdades é um preceito constitucional.

O constitucionalista brasileiro Alexandre de Morais (1998), assim diz a respeito do tema: “O conjunto institucionalizado de direitos e garantias do ser humano que tem por finalidade básica o respeito a sua dignidade, por meio de sua proteção contra o arbítrio do poder estatal e o estabelecimento de condições mínimas de vida e desenvolvimento da personalidade humana pode ser definido como direitos humanos fundamentais.”

Diversos são os sentimentos vivenciados pelos excluídos sociais. Nesse sentido, por Dados Estatísticos Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2018, o suicídio é a segunda principal causa de morte em pessoas de 15 a 29 anos de idade. Segundo o Ministério da Saúde: Adolescentes e jovens negros têm maior chance de cometer suicídio no Brasil, o que acontece por questões de racismo, que é um crime, mas muitos ainda cometem por terem a idéia de superioridade racial “gravada” em suas cabeças.

Contudo, o combate as desigualdades está inserido no artigo 3º, inciso III da Constituição Brasileira. A exclusão gera os “marginalizados” e esses tradicionalmente são vistos como vilões, e não como vítimas, de um sistema que lhes tirou todas as oportunidades. A conscientização dessa violação é fundamental para uma cobrança dos setores governamentais. Segundo a Declaração Universal dos Direitos do Homem, Artigo 2.º Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma.