As diversas formas de exclusão e seus impactos sobre a saúde do brasileiro

Enviada em 06/08/2021

Marcada pelo histórico colonial, uma das formas de exclusão que persiste no Brasil é a exclusão social. Segundo o IBGE, populações indígenas e pessoas negras possuem menos acesso a estruturas de saúde e educação. Ademais, ocorre também a exclusão envolvendo pessoas com deficiência; em que ao serem identificadas, no período da Grécia, eram executados por serem considerados uma maldição.

Em primeira análise, a falta de estrutura é mais precária para negros e indígenas por conta da desigualdade social, sendo discriminados a respeito do trabalho que oferecem e sobre relação acadêmica. Querendo ou não, ainda se avalia uma pessoa pelas características físicas, até mesmo em artigos de televisão mostram mais pessoas brancas fazendo propagandas em grande parte das vezes.

Em segunda análise, com o tempo os deficientes começaram a ter mais espaço na sociedade, mas ainda não tem acesso a todos os direitos que precisam. Mesmo o IBGE exibindo que 24% da população brasileira tem algum tipo de deficiência, cidades e empresas possuem faltas de investimentos alarmantes. Esses atos violam o bem-estar dessas pessoas, destrancando possíveis quadros de depressão por se sentirem insuficientes e problemas de saúde que podem vir junto.

Portanto, implantação de leis que ajudem a melhoras as infraestruturas de postos de saúde e conselhos estudantis, deve-se incluir a grande parcela de pessoas que não possuem acesso aos seus devidos direitos. Destaca o artigo 5° da Constituição Federal, o qual declara que os cidadãos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, esse artigo deve ser implantado com mais seriedade, com fiscalização e punição dos que não respeitarem. As vítimas devem estar cientes de seus direitos, sendo informadas através de noticiários e mídias sociais, realizando boletins de ocorrência para que agressores e preconceituosos sejam punidos perante a lei.